STRESS – Vilão ou Amigo?

STRESS – Vilão ou Amigo?

«Na medida em que as leis da matemática se referem à realidade, não são exatas, e na medida em que são exatas, não referem a realidade».

Albert Einstein

Vamos desmistificar o Stress o Terrível Vilão. Mas antes tenha um pouco de paciência, não são todos os dias que se tem oportunidade de dar um salto Quântico. Veja então, mantenha-se de mente aberta.

 

 Durante séculos o homem acreditou que a terra era o centro do Universo, e que todo resto girava a sua volta. Hoje todos sabem que isso não é verdade. Também apesar da navegação marítima ser o meio de transporte em que os impérios mais investiram, somente no início do Século XIX foi construído o primeiro navio com casco em aço. Porque até ai a humanidade jamais poderia conceber construir um navio com material que não flutuasse. Alem destas verdades, poder-se-ia escrever milhares de páginas de exemplos, de instrumentos que são usados no quotidiano que a 100 anos atrás seriam inconcebíveis.

 

Hoje todos sabemos que essas verdades, eram resultado de uma visão limitada do homem da altura. A percepção da realidade resulta das crenças aceites como verdade. Não tenho intenção ou pretensão de ensinar seja o que for. Estou convicto que tudo que aqui possa afirmar, entra em confronto com a sua verdade do momento. Se assim não fosse, você não estaria a ler estas palavras.

Mas afinal o que se pode perder em abrir a mente a uma nova visão?

Vamos falar de Stress

 

É natural que tenha uma ideia preconcebida de STRESS (O Vilão) e rejeite qualquer Nova Visão. Verdade, da mesma forma que, se pegar numa chapa de aço e a lançar ao mar ela não vai flutuar, mas todos sabemos que gigantes de muitos milhares de toneladas feitos em aço flutuam pelos sete mares. Também ao continuar-se a lidar com as situações através das mesmas convicções continua-se a criar Stress; mas se mudar a perspetiva da realidade, em vez de Stress Cria-se Fluxo de Bem-estar.

 

Antes de lhe mostrar como uma mesma situação pode criar tanto Stress como bem-estar e realização, é essencial atender-se o que se diz do Stress e como ele é criado.

Veja-se então, dificuldades em lidar com as pressões do dia-a-dia, como problemas financeiros, questões familiares, violência urbana, problemas de trânsito, mau relacionamento com colegas de trabalho ou chefes etc. Todas estas e outras situações, são geradores de Stress.

Também a Organização Mundial de Saúde responsabiliza o Stress como a causa numero um de doenças cardiovasculares, com a hipertensão, no topo da lista das enfermidades causadas por este terrível Vilão, antes das perturbações psíquicas e físicas diretamente relacionadas com o Stress, atingindo mais de metade da população ativa.

 Penso que qualquer técnico de saúde, independentemente de pertencer a medicina ortodoxa ou as milenares Ayurveda ou Chinesa ou mesmo a Moderna Medicina Quântica, estão de acordo, em que o Stress, através do seu processo oxidante, está na causa de mais de 80% das doenças.

 

Então como fazer?

Se o simples facto de pensar nesta realidade, já é gerador de Stress.

É urgente abrir a mente a uma perspetiva da realidade que liberte o ser humano do mundo da sobrevivência, onde tudo é conseguido a custa de muito esforço, sangue, suor e lagrimas. Onde obcecadamente continuar de uma forma insana a resistir ao que não pode mudar, até atingir a exaustão.

 

 Como reverter o jogo?

 “Demência é querer mudar a vida fazendo as mesmas coisas”

Albert Einstein

 

O Segredo é mudar o paradigma, e este manual vai mostrar caso a caso, acontecimento a acontecimento, como criar bem-estar e realização em vez de Stress.

 

Extraído do: Manual prático de Gestão de Stress

 

António Shiva

antonio@solucaoperfeita.com

Sou exatamente a pessoa que devo ser!

Sou exatamente a pessoa que devo ser!

O ponto crucial:

Sou exatamente a pessoa que devo ser!

Qualquer que seja a nossa preferência religiosa, esta é uma verdade sobre Deus e a sua criação: nem a sua história, nem a minha, começaram no dia em que viemos a este mundo. Desde a eternidade que Deus nos valoriza e nos ama.

Ele poderia ter-nos feito diferentes. Poderíamos ter recebido outros dons, outros genes. Mas já não seríamos quem somos. E Deus queria-nos exatamente como somos. Outros mundos poderiam ter sido criados. Mas esta é uma das razões pelas quais Deus escolheu este para criar: porque você é você e eu sou eu.

Segundo uma velha tradição judaico-cristã, Deus envia cada um a este mundo para transmitir uma mensagem especial e para viver um ato de amor especial. A sua mensagem e o seu ato de amor são-lhe confiados a si; os meus, a mim. Deus é quem decide se esta mensagem irá alcançar várias pessoas numa cidade pequena ou todas as pessoas, o mundo inteiro. A única certeza importante é que cada um de nos está totalmente equipado. Você tem exatamente os dons necessários para transmitir a sua mensagem, eu tenho os dons escolhidos para transmitir a minha.

Temos tudo!

Uma parte especial da verdade de Deus foi colocada nas nossas mãos, e Ele pediu que a compartilhássemos com os outros. O mesmo se aplica a si e a mim. E como você é único, a sua verdade é-lhe dada somente a si. Ninguém mais pode levar ao mundo a sua verdade ou oferecer aos outros o seu ato de amor. Só você tem todos os atributos para ser e fazer o que é necessário.

Só eu tenho o potencial capaz de executar a tarefa que me trouxe a este mundo.

Seria uma tolice eu querer comparar-me a você.

Cada um de nos e único. Não temos fotocopia ou clones da nossa pessoa. Essa comparação seria a morte da autoaceitação. Olhe para as suas mãos: os seus dedos não são iguais. Se fossem,você não poderia segurar um bastão de baiseball ou as agulhas de tricô. Da mesma maneira que, algumas pessoas são altas e outras são baixas.

O mundo guarda os originais como tesouros, e cada um de nós é um original criado por Deus

Algumas possuem certos talentos, outras possuem dons diferentes. Você foi feito sob medida para fazer o que lhe foi reservado. Eu, para fazer a minha parte. Por isso você não é eu, e eu não sou você. E isto é muito bom. Devemos não só aceitar,mas também celebrar as nossas diferenças.

O mundo guarda os originais como tesouros, e cada um de nós é um original criado por Deus.

Jonh Powel – “Felicidade: um trabalho interior”

Postado por Isabel Pato

STRESS, ANSIEDADE, DEPRESSÃO

STRESS, ANSIEDADE, DEPRESSÃO

A velha personalidade materialista debate-se em dois estágios, revolta ou depressão. Ambos autodestrutivos, reflexos da reação a tudo que não concordam.

Herança do Materialista em Extinção

A velha personalidade materialista debate-se em dois estágios, revolta ou depressão. Ambos autodestrutivos, reflexos da reação a tudo que não concordam. Vêm o mundo como uma cena de terror, desigualdade, injustiça, miséria e dor.

O Homem da nova era flutua sobre as dores e eventualidades do mundo, percebendo que tudo tem um propósito e o male que afeta cada um, existe para o beneficiar; ele aceita as crises como um caminho, assim como a surfista aceita o poder da gigantesca da onda para se erguer e planar. Aceitar não se trata de uma submissão passiva mas sim uma lide proactiva; ao procurar aceitá-las; enche-se de misericórdia e compaixão e aplica a energia para conseguir sabedoria e servir a humanidade; ele não se culpa nem culpa Deus, ou outros pelos males que o afligem, porque sabe que colhe o que semeou, e por isso cultiva o amor e a aceitação.

A Construção Irracional do Sofrimento

“Mentalidade de bandido”

 

Stress é a energia, produzida quando se nega o que não se pode mudar. É como esmurrar pontas de facas; quanto mais poder e força usar, mais ferido vai ficar. Stress é resultado de uma atitude pouco inteligente em relação aos acontecimentos, pessoas e coisas.

Ansiedade é outra herança materialista. Não confia no fluxo e processo da vida, afasta-se dela como um filho pródigo, embrenhando-se num mundo tenebroso acompanhado pelo medo e pela culpa, um trio que cria o que alguns chamaram de inferno.

Depressão = fechar de um ciclo para uns, prisão para outros.

Embora já outrora descrita, por Hipócrates, foi no último século do milénio, que ela teve uma maior difusão. A aceleração na reta final da velha era, obrigou a humanidade a uma constante confrontação com a realidade (Evoluiu mais o mundo no último século do que nos vinte séculos anteriores). Esse fluxo em alta velocidade, fez com que milhões de homens e mulheres de todas as raças e credos no mundo ocidental, encetassem a fuga para a depressão. Uma forma “cómoda” de negar o fluxo e processo da vida.

O que liga, Stress, Ansiedade e Depressão?

Uma visão materialista da vida. O julgar situações e acontecimentos através da ilusão dos sentidos.

António Shiva.

antonio@solucaoperfeita.com

Programação e autoaceitação

Programação e autoaceitação

Alguém já disse, por graça, que a coisa mais sábia que uma criança pode fazer é escolher adequadamente os seus pais. Uma autoaceitação tranquila tem as raízes mais profundas na infância.

Nós, seres humanos, somos semelhantes aos computadores. Tudo o que já vimos, ouvimos ouvivenciámos permanece arquivado para semprena nossa mente. O cérebro humano médio pesa apenas um quilo e meio. Dizem os neurologistas, no entanto, que se fôssemos construir um computadorque pudesse armazenar a mesma quantidadede mensagens do cérebro humano, este precisaria ter dez andares de altura e cobriria o estado do Texas. Rudolf Dreikurs, psiquiatra adleriano, acredita que o importante não é o que nos foi dito, mas aquilo que escutámos (captámos).

E o problema é que nem sempre escutamos ou captamos coisas positivas, que nos façam sentirpessoas válidas, com potencial para nos tornarmosseres humanos plenos.

E o problema é que nem sempre escutamos ou captamos coisas positivas, que nos façam sentir pessoas válidas, com potencial para nos tornarmos seres humanos plenos.

Uma professora de uma escola montessoriana contou-me uma história que não chegou a surpreender-me. A escola envia uma ficha de matrícula aos pais de alunos candidatos à escola.

Uma das perguntas é: “Há algo que devemos saber sobre o seu filho antes de as aulas começarem?”

Alguns deles costumam responder: “O nosso filho é maravilhoso. Vão gostar muito dele. Ea professora acrescentou: «Aprendemos a esperar um excelente desempenho desses alunos. Sãoautoconfiantes, afirmativos e parece que gostam de si mesmos. Por outro lado, muitos pais escrevemque os seus filhos são agitados, têm birraspor tudo e por nada. A professora terminou o relato com tristeza: “Eles manifestam assuas insegurançascomo foi previsto. Acabam por se tornarem naquilo que os seus pais tinham previsto.

É importante saber que podemos reformular as fitas gravadas pelos nossos pais. Como adultos, podemos “gravar por cima, das mensagens negativas. É claro que vamos querer manter asque são saudáveis e positivas. A mente humana é como um jardim. Se quisermos flores, teremos de arrancar as ervas daninhas. Podemos começar este processo fazendo uma lista das mensagens que nos transmitiram, dividindo-as em duas categorias: de um lado, as positivas e saudáveis;de outro, as negativas e não-saudáveis. Devemos também fazer uma lista das nossas qualidades e talentos pessoais, para que as flores possam aparecer. O que nos torna mais conscientes dos nossos dons e dos nossos pontos positivos. A beleza, pouco a pouco, toma o lugar das dificuldades que nos limitam.

Do livro: “Felicidade: um trabalho interior” de Jonh Powel

Postado por Isabel Pato

Aceito eu os meus sentimentos e emoções?

Aceito eu os meus sentimentos e emoções?

Aceito eu os meus sentimentos e emoções?

Experimentamos flutuações de humor naturais no nosso dia-a-dia. Sentimo-nos “em cima” e, num momento, ficamos “em baixo”. 

No entanto, alguns sentimentos são banidos da consciência pela nossa programação precoce. Por exemplo: sempre tive dificuldades em admitir o meu medo, pois o meu pai insistia em que “um homem não tem medo de ninguém nem de nada”. Algumas pessoas reprimem todo e qualquer sentimento de ciúme ou de auto-satisfação. Alguém lhes ensinou que tais sentimentos não são permitidos. Um sentimento válido, mas que é condenado universalmente, é o de ter pena de si mesmo. Já ouvimos ou fizemos a acusação: “O que você tem é pena de si mesmo!”

Lidamos com as emoções de acordo com o que pensamos sobre elas. Devemos, por isso, perguntar-nos se há emoções em nos que impeçam a nossa auto-aceitação.

 Posso sentir medo, mágoa, raiva, ciúme, ressentimento, satisfação ou pena de mim mesmo sem me condenar e criticar por isso?

Há sentimentos que eu gostaria de esconder, esperando que desaparecessem?

Aceito eu a minha personalidade?

Sem entrar em pormenores, posso dizer que há vários tipos de personalidade. 

Estes são determinados em parte pela genética, em parte por uma programação precoce. Claro que dentro de cada tipo de personalidade há indivíduos saudáveis e não-saudáveis. Apesar de haver sempre espaço para o crescimento, há também um tipo básico entranhado dentro de cada pessoa. Algumas são extrovertidas, outras introvertidas. Algumas já nascem líderes, outras são engraçadas, outras nem sabem ler uma piada. Algumas são duras, outras sensíveis. Mas cada uma e única, diferente de todas as outras. As nossas qualidades distinguem-nos e as nossas limitações definem-nos. Até onde conheço a minha personalidade e sou feliz por ser quem sou? Sinto atracão ou rejeição pela pessoa que sou?

 

Para compreender melhor a minha personalidade, posso fazer uma lista de cinco qualidades que me definem: quieto, simples, diplomático, engraçado, falador, emotivo, solidário, solitário, alegre, preocupado e assim por diante. Depois, posso pedir a um amigo, íntimo e muito honesto, para fazer também uma lista das qualidades que melhor me descrevem, que captam a minha personalidade.

Colocar as duas listas lado a lado pode ser um ponto de partida. A minha personalidade expressa-se através das minhas ações.

Gosto do que vejo, ou estou dececionado comigo mesmo?

Gostaria de mudar a minha personalidade de um modo radical ou estou satisfeito com a minha maneira de ser?

Escolheria alguém como eu para ser meu amigo íntimo?

Do livro: “Felicidade: um trabalho interior” de Jonh Powel

Postado por Isabel Pato

 

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