Estou feliz!

Uma nova onda! A onda de amor!

“Insanidade é continuar a fazer as coisas da mesma forma

e esperar um resultado diferente”, Albert Einstein   

 

Note que não tem que mudar o que faz para conseguir tudo que deseja, basta seguir o conselho de Einstein e fazer a mesma coisa de forma diferente.

Quero partilhar como me sinto neste momento!

– Vibro de alegria e felicidade por realizar um sonho de há muito tempo.

Feilz

Ninguém pode calcular quanta felicidade existe no meu coração agora por poder partilhar com a humanidade um tesouro tão precioso de uma forma desinteressada. Cada treino foi selecionado e representa o caminho percorrido por alguém que transformou a sua vida.

Não se trata de uma iniciativa cheia de vontade de ajudar, é partilhar o que de facto resultou…

Porque estou tão feliz?

Porque tenho a certeza de que o meu trabalho começa a dar frutos!

E todos foram comprovados. Todos são trajetos de sucesso.

Para que melhor possas entender, preciso contar-te como se chegou até aqui.

No final do século passado, quando fundei o primeiro centro Europeu de Recuperação e Transformação Pessoal, adivinhando as grandes mudanças globais que vinham sendo anunciadas desde os anos sessenta, estes programas eram muito dispendiosos. As mentes encontravam-se muito fechadas; os programas obedeciam a altos custos tanto humanos como técnicos para que pudessem resultar em sucesso. Poucos tinham recursos económicos para beneficiar de um bom programa de recuperação e transformação pessoal.

Com a evolução do planeta e do ser humano, os programas antes caríssimos, foram se tornado cada vez mais acessíveis.

Em 2008, com a grande explosão das salas de vídeo conferência e com a crise económica mundial, os programas de recuperação evoluíram para treinos mais simples, mas igualmente eficazes responsabilizando cada vez mais os utentes como verdadeiros beneficiados pelos resultados conseguidos.

Assim surgiu o “Mudar a Vida em Cinco Semanas” e em seguida o “Treino em Gestão de Stress” a um preço simbólico.

novo caminho

Percebem agora porque estou tão feliz?

Porque todos podem ter acesso, e de forma gratuita a um programa de recuperação completamente gratuito.

Porque esperas para mudar a tua realidade?

http://solucaoperfeita.com/page1/gestaodestress.html

António Fernandes

Os vencedores infelizes

Encontram-se por toda a parte e são os melhores clientes da psiquiatria, os vencedores insatisfeitos.

São homens e mulheres de todas as origens, que por esforço e mérito, atingiram os melhores lugares, tanto no público como no privado. Com carreiras brilhantes, eram os melhores, segundo os padrões oficiais exigidos. Sua vida é repleta de vitórias e conquistas; são os gloriosos vencedores. O perfil perfeito vendido pelas universidades de todo o mundo aos nossos filhos.

Mas se estiveres atento, reparas que o “homem de Sucesso”, os gloriosos vencedores, que te vendem na escola para te formatarem ao devastador conceito de “normal”; transformam-se chatos rezingões.

Porquê?

Fizeram sempre o que lhes foi exigido pelo sistema. Comportaram-se como “ normais”, e agora sentem-se enganados pelo regime. Seus sonhos foram gorados.

São DONOS das suas próprias prisões. Prisões como sucesso e poder encarceram os seus detentores, que acabam inevitavelmente por procuram ajuda nos consultórios psiquiátricos, encharcados de ansiolíticos e psicóticos.

Tornaram-se eles próprios reféns das suas próprias pressões para superarem colegas, amigos e familiares. Escravos de objetivos e pressões financeiras. Dependentes dos julgamentos de terceiros. Agarrados a ilusões de poder e liberdade de decidir, tornam-se prisioneiros do regime que os julga e condena.

Os vencedores sentem-se enganados, estão triste e infelizes. Perderam a identidade são peças gastas de uma máquina em decomposição. Acabam num asilo qualquer; uma espécie de armazém de sucata.

Como é possível tal crueldade?

Veja-se: Através do “Conceito de Normal”, induzimos nossas crianças a uma espécie de hipnose. Inserimo-las em grupos e rejeitam-se todos que não contenham os padrões exigidos. É um processo seletivo em que os mais beneficiados são os que melhor conseguirem viver dentro dos padrões exigidos. Cada grupo entra em seu túnel de formatação contruído de culpa e medo. Esse túnel que inicialmente é bem largo, sem limites visíveis, vai se estreitando a cada passo do trajeto acabando numa passagem bem estreita chamada “canudo”.

Os sonhos de criança são amputados uns atrás dos outros, consoante se ganha conhecimento do que nos é esperado para atingir o tão cobiçado “canudo”.

Chegou a hora de libertar o amor e a criatividade latente em cada homem mulher e criança deste planeta. No próximo artigo mostro para que serve esse tal “Canudo”.

António Shiva

O Poder do Pensamento!

O Poder do Pensamento!

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Os pensamentos são imagens mentais que controlam a vida e determinam o futuro. “ Tens sempre razão… tanto quando dizes que podes, como quando dizes que não podes” – «Maria Luísa Teixeira “Cesteira velha”»

 

 

Embora esta frase seja muitas vezes imputada a “Henry Ford”, eu ouvi-a muitas vezes em meados do século passado de uma grande mulher transmontana, que muito me ensinou, apesar de ter origens muito humildes e de ter ficado viúva com 3 filhos aos 25 anos e um em gestação, numa isolada aldeia do Alto Douro.

Essa Mulher ,com tanto de humilde como de obstinada e altruísta, foi o meu maior exemplo de que

“Tudo é possível aquele que acredita”

como ensinou Jesus.

Aprendeu a ler e a escrever Português sem nunca ter entrado numa escola. Como não existia escola na aldeia, cedeu a sua própria casa, para que as crianças não fossem impedidas de aprender, pelas longas distâncias que tinham que percorrer a pé em invernos cruéis por caminhos hostis e perigosos. Muito teria para dizer desta grade mulher com menos de metro e meio.

Mas uma das primeiras lições foi mesmo essa.

“Tens sempre razão meu menino” – era assim que me tratava – “Tanto quando dizes que podes, como quando dizes que não”.

Assim reza a Bíblia: «Como o homem acredita assim ele é.»

 

  • Quando é que nos conectamos com pensamentos destrutivos e criamos uma vida de dificuldades?

  • Sempre que se nega uma situação ou um acontecimento, conectamo-nos com uma fonte de energia destrutiva.

Pensamentos são imagens mentais que nos controlam e limitam o futuro.

Todos os pensamentos são imagens mentais que projetamos para o subconsciente como diretiva – uma ordem para ser sempre cumprida.

  • Por isso, quando por ingratidão, estupidez ou ego-esclerose não confiamos na vida, em seu fluxo e processo, fazemo-nos de vítimas, criamos – preocupação, ansiedade, medo, pessimismo, incerteza e ideias negativas- enfim somos invadidos por pensamentos obsessivos.

É hora de nos responsabilizar, focarmo-nos em sonhos e objetivos e acessar assim a pensamentos que nos levam para a realização em vez de autodestruição.

O Segredo é libertar-se da Ego-esclerose, o mais mesquinho de todos os nossos males. A causa de todo o mal, pobreza, ansiedade, Stress, miséria.

– Como fazê-lo?

A Ciência Moderna, através da dupla fenda, e os espiritualistas explicam isso de uma forma simples. Uns “ Todas as possibilidades estão no mesmo lugar” outros que “existem duas grandes fontes emissoras a transmitirem pensamentos distintos: “a Força da Luz e a Força das Trevas”.

A Ego- esclerose (estado de negação) conecta-se com as forças das trevas (pensamentos negativos).

A aceitação (confiança na vida) conecta com a luz, pensamento de poder criativo – a vida simplesmente flui para a frente e para cima.

A Ego-esclerose toma o comando das forças mentais, e pensamentos negativos e egocêntricos controlam a consciência, dando origem e poder a todos os medos e dúvidas.

  • Chegou a hora de decidir! Ser responsável! De Escolher!

  • O segredo é confiar na vida em seu fluxo e processo.

Liberte-se de vez. Decida! Você pode continuar como está ou mudar…

Pare de mentir a si mesmo.

COM DESCULPAS COMO ESTAS:

“Eu nunca vou conseguir dinheiro”, “Meu marido não vai gostar”, “Eu tenho uma esposa e quatro filhos para sustentar”, “Eu sempre fui um estudante indolente”, “Eu não tenho autodisciplina”, “Meus filhos precisam de mim”. Etc. etc. etc.

Sejam qual for a situação, você está a usá-la como desculpa..,

Saiba que não está sozinho!

Contacte: apoio@solucaoperfeita.com

A acusação é como o alcoolismo

Acusação

Nos últimos dez anos da minha vida, acho que aprendi mais com a Associação dos Alcoólatras Anonimos do que com qualquer outra fonte.

 

 

 

Não sou um alcoólatra, e considero-me uma pessoa de sorte por o não ser.

De certa forma, participo da experiência sem ter que pagar um alto preço por isso. Uma das coisas que aprendi é que os dependentes de álcool ou das drogas não amadurecem enquanto continuarem a beber ou a drogar-se.

Estar em contacto com a realidade é condição indispensável para o crescimento. Quando o álcool ou as drogas afastam a pessoa da realidade, ela já não consegue perceber as coisas como realmente são e fica estacionada em determinado ponto do seu desenvolvimento.

Um de meus alunos, que foi alcoolatra durante cinco ou seis anos até parar de beber, disse-me que era como se não tivesse passado pela adolescência.

Teve de “juntar os pedaços» para novamente começar a crescer depois do período em que viveu no nevoeiro alcoolico.

O mesmo acontece com o acusador.

Quando se recusa a assumir a responsabilidade pela sua vida e as suas reacções, cria uma barreira que o separa da realidade. Essa barreira é feita de projecção e racionalização, e funciona como o nevoeiro das defesas do ego. lludir-se e enganar-se tornam-se válvulas de escape.

O acusador, como o alcoolatra, não consegue crescer, pois constroi o seu mundo todo de névoa. Tanto um como o outro só se sentem em paz quando se fecham nesse mundo. Os acusadores criam um mundo de explicações falsas para factos verdadeiros; procuram a paz atirando para outras pessoas a responsabilidade das suas vidas e da sua felicidade.

Isto aplica-se a todos?

O que estamos a dizer sobre a responsabilidade total aplica-se a todos os seres humanos, mas em diferentes níveis.

Quando crianças, somos como argila macia, prontos para sermos modelados. Nascemos com uma ” fita virgem”, dentro de nós, que começa a ser gravada na infância. Aprendemos a maior parte das nossas perceções e reações emocionais através da influência dos adultos à nossa volta. No mínimo, as interpretações que fazemos da realidade são aprendidas com esses adultos.

Do mesmo modo que as crianças precisam de liberdade pouco a pouco até saberem pensar e escolher por si mesmas, também nós precisamos de aprender a assumir pouco a pouco a total responsabilidade pela nossa vida e a nossa felicidade.

Esta é uma parte importante do processo de crescimento e desenvolvimento.

Sabemos o que aconteceria se os pais insistissem em tomar todas as decisões pelos seus filhos até que completassem vinte e um anos de idade. O resultado seria as pessoas atingirem a maioridade inteiramente imaturas.

Sabemos também o que aconteceria se as crianças aprendessem, através de exemplos, a delegar a responsabilidade das suas vidas a outras pessoas.

Permaneceriam crianças por toda a vida. Portanto, responsabilidade total é responsabilidade adulta; deve ser ensinada às crianças desde muito cedo e assumida gradualmente à medida que elas crescem.

A penalidade para quem se recusa a assumi-la é ficar preso a uma infância eterna.

Tenho tentado praticar o que prego. Umas vezes, sou bem sucedido; outras vezes, falho. No entanto, tenho-me esforçado por assumir total responsabilidade pela minha vida e pela minha felicidade.

Mencionei anteriormente o cartaz que leio todas as manhãs no meu espelho:

EIS A PESSOA RESPONSAVEL PELA SUA FELICIDADE !

A vida é um processo permanente. Estamos todos a participar numa viagem em direcção à plenitude da vida. Fomos feitos para apreciar esta viagem. Estou certo de que as duas bases desta caminhada são os dois pontos apresentados aqui:

  • (1) uma auto-aceitação total – a valorização da nossa pessoa como um ser único, e
  • (2) a disposíção para assumirmos totalmente a responsabilidade de todos os passos (inclusive os maus) que damos ao longo do caminho.

Jonh Powel – “Felicidade: um trabalho interior”

Postado e adaptado por Isabel Pato

 

Autor versus Acusador

Autor versus Acusador

Autores versus acusadores

Ao tentar explicar os nossos comportamentos e emoções, temos apenas duas opções:

  • Ou somos os donos, das nossas reacções
  • ou culpamos alguém ou alguma coisa por elas.

Só que esta não é uma escolha simples, sem consequências.

Enquanto a minha honestidade me coloca no caminho da maturidade, a minha racionalização afasta-me da realidade. Se me considero autor das minhas acções e assumo a responsabilidade pelas minhas emoções e comportamentos, conheço-me melhor e sou capaz de crescer. Se explico as minhas ações e sentimentos atribuindo a responsabilidade a outras pessoas ou situações, nunca chego a conhecer o meu verdadeiro «eu». Vou retardar o meu crescimento pessoal enquanto não conseguir a reconhecer a minha responsabilidade.

Lembre-se: o crescimento começa onde as acusações terminam.

Observe como as pessoas reagem de modos diferentes à mesma pessoa ou situação. Examine, por exemplo, o caso de uma pessoa grosseira e agressiva. Podemos ter-lhe raiva e descobrir que outra pessoa sente pena dela. Tudo depende da percepção pessoal. Se a vejo como deliberadamente má, a minha resposta emocional pode ser de raiva ou ressentimento. O meu comportamento diante dela pode ser de sarcasmo. Mas, se a vejo como carente ou infeliz, a minha reacção será provavelmente de compaixão.

Quando revemos as nossas percepções e atitudes habituais, reformulamos também as nossas respostas emocionais. É importante lembrar que a perceção está sempre no núcleo de cada emoção. E esta perceção que lhe vai determinar a natureza e a intensidade. É  provável que muitas das minhas emoções sejam saudáveis e construtivas. Contudo, se os meus padrões emocionais são destrutivos e me afastam das pessoas, é importante examinar melhor as percepções ou atitudes com as quais escrevo o roteiro da minha vida.

lsto é certamente uma parte da minha responsabilidade total.

Jonh Powel – “Felicidade: um trabalho interior”

Postado e adaptado por Isabel Pato

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